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Arquivo mensal: abril 2013

Amargo veneno

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Seu veneno escorre
Sangra e fede
Quem dele prova morre
Não sem antes agonizar

Anos se passam
Até achar tua presa
E de todos que andam
Os meus pés escolheste

Não sabes teu poder
E por usares seu “dom”
Nunca saberás o que tem
De mais especial e bom

Assim como parasitas
Tu espreitas oportunidades
Se acolhes em feridas
E injetas teu veneno

Arma letal espontânea
A usas indevidamente
Matando não só a oportunidade
Mas também a sua mente

Anos se passarão
E teu veneno acabarás
E além do mal às pessoas
A você também matarás

Licença Creative Commons
Este trabalho de André Martins, foi licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição – NãoComercial – CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada

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Publicado por em 14/04/2013 em Poesia

 

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